Caldo de mandioca com paio e torradinhas de pão de queijo

Nessas noites frias de inverno, o melhor a fazer para se aquecer é tomar um caldo quente, colocar uma roupa bem confortável e assistir um filme, embaixo das cobertas.

Hoje trago uma receita de caldo de mandioca com paio. Fica bem gostoso!

Ingredientes

  • 1 quilo de mandioca
  • 1 paio
  • 1 cebola média
  • 2 dentes de alho
  • 1 ramo de alecrim
  • 4 colheres de cheiro verde picado
  • sal e pimenta a gosto
  • 3 pães de queijo

Modo de preparo

Cozinhe a mandioca e reserve com a água

Afervente o paio, retire a pele e pique.

Pique a cebola e o alho.

Numa panela refogue o paio, a cebola, o alho e o alecrim. Não precisa colocar muito óleo pois o paio já tem.

Retire a mandioca da água e reserve o líquido. Amasse a mandioca e acrescente aos temperos refogados. Coloque o líquido do cozimento devagar e mexendo sempre. Coloque o sal, a pimenta e a metade do cheiro verde.

cheiro verde

Corte os pães de queijo em fatias finas e leve ao forno por 10 minutos.

Quando o caldo estiver encorpado sirva com as torradinhas e salpique cheiro verde no prato, para enfeitar. Se quiser beba um vinho tinto para acompanhar. Fica ótimo!

Bom apetite!

Silvana – a Coroa

Horta na varanda

Bem, nesses dias em que tudo precisa ser mais rápido ou ocupar pouco espaço, ter um canteiro com temperinhos, chás ou flores é quase um luxo.

Já há pra vender vasos de plástico reciclado, que podem compor uma parede verde ou se colocados uns sobre os outros, formam um canteiro vertical, bem prático e que ocupa pouco espaço. Esse, da foto maior, encontrei numa floricultura perto de casa e são da Plastprime.  Portanto você pode ter no jardim,  na varanda, num cantinho da sala, ou até mesmo na lavanderia, uma horta feita por você. Basta que receba um pouco da luz do sol durante o dia e, que você não esqueça de molhar, hehehe. Assim, quando você precisar, é só colher os temperos ou chás e consumir alimentos orgânicos, cultivados em sua casa. Que bacana, né?

garden2

O vaso da foto é da Plastprime ( www.plastprime.com/produtos-jardinagem ), tem um custo ótimo e você encontra nas floriculturas, ou é só pedir na fábrica uma dica de revenda.

image-4          Essas fotos são da parede verde       image-13

E, cultivar temperos,  folhagens e flores, não é bicho de sete cabeças. Além disso, mexer na terra pode ser bem relaxante.

Gostou da dica? Que bom! 

Silvana – a Coroa

Limpando meias encardidas

Bem, como mãe de três filhos que adoravam andar somente de meias pela casa, já passei por muitos apuros na hora de lavar. Apesar de comprar algumas meias escuras para ele e elas, não tem jeito de evitar as brancas quando usadas com tênis e bermudinhas, pois ficam à mostra. Então o jeito foi aprender a lavar. Escutei muitas opiniões e fiz muitas experiências e selecionei as que dão mais resultados.

  • Melhor sabão em pedra para ajudar a limpar meias ou qualquer roupa encardida é aquele azul. Prefiro o Brilhante ou o Ipê, mas se você conhece outro, pode usar.
  • Passe na água corrente antes de esfregar e, deixe um pouco molhada (isso “amolece a sujeira” e facilita a limpeza), depois passe sabão e dê uma esfregadinha.
  • Pode passar o sabão, esfregar e colocar num saco plástico transparente, deixando no sol por 1 hora. Faz o mesmo efeito do quarador que nossas avós e mães utilizavam.
  • Se elas estiverem muito sujas, o jeito é colocar de molho numa bacia com 1 litro de água, 2 colheres de bicarbonato, 1 colher de sabão em pó ou líquido de sua preferência (eu gosto do Omo, mas já me disseram que o Ariel é bom). e um pouco de álcool. Deixe de molho, no mínimo, por 2 horas. Quanto mais sujas, mais tempo. Se quiser pode deixar por uma noite.                   IMG_1865   IMG_1867
  • Também pode ferver numa panela com suco de 1 limão.
  • Depois disso coloque na máquina para lavar normalmente, com outras roupas brancas. Não esqueça, não misture escuras e claras! Acrescente uma xícara de vinagre junto com o sabão. O vinagre deixa as roupas mais brancas e macias. Uso vinagre branco, inclusive, no lugar do amaciante, e a roupa não fica com cheiro de salada. Basta usar uma xícara para uma máquina cheia de água.

NÃO USE água sanitária em roupas, pois ela estraga as fibras e pode arrebentar o elástico com o uso frequente. Suas roupas e meias vão durar menos. Além disso, vai deixando um tom amarelado.

Na hora de estender, dê uma ajeitadinha, e estenda pela ponta do pé. Assim não ficarão marcas visíveis dos prendedores e a meia esticada não fica dura, difícil de calçar. Depois é só guardar dobrada ou enrolada. Evite fazer bolinhas para não esticar o elástico demais.

Silvana – a Coroa

Confeitarias em Curitiba

Tour pelas confeitarias de Curitiba

Vamos falar sobre adoçar a vida, pelas confeitarias de Curitiba?

Não conheço todas as confeitarias da cidade, mas das que já visitei posso selecionar algumas que considero muito boas, excelentes, eu diria. Pois bem comecemos pela tradicional…..

  • Confeitaria das Famílias, no Centro, no calçadão da XV, desde 1945 (é, desde o tempo da Segunda Guerra). Além das bombas de creme e das roscas espanholas, tenho que sugerir coalhada com mel, pois me lembra meu namoro. Fernando e eu, sempre que podíamos, dávamos um jeito de sair da Reitoria da UFPR pra comer uma coalhada, no meio da manhã.
  • Lancaster, na Praça Zacarias, há 40 anos produzindo doces deliciosos. Tia Dany foi quem me apresentou o lugar e adorei. O quindim de lá é top!
  • A Familiar, na Rocha Pombo, Juvevê. Já frequentava o lugar desde 1987, quando o seu Rámon e dona Elsa compraram as instalações da dona Frida, num outro endereço no Juvevê. Hoje é seu filho e nora que continuam a tradição. Adoro as bombas de creme, mas o melhor é o Madrilenho! Delicioso!
  • Couer Douce, no Cristo Rei. São 30 anos de doces, salgados e sorvetes maravilhosos! Nos dias de verão, com a família toda, peça o Split Family- uma travessa cheinha de sorvetes, frutas, marshmallow, tubetes e chantilly! Demais!!!!!
  • Bombocado, no Cristo Rei. Se o que você quer é um bolo/torta delicioso, tipo um Manjar dos Deuses, então o lugar é esse!
  • Caramelodrama, na Presidente Taunay, no Batel. Uma confeitaria pronta para te surpreender! Adorei: Banoffee Nouveau e Tiramisu, e os outros doces são muito, mas muito bons mesmo! Uma mistura da França com a Itália….

Lamber os dedos, nesses casos, pode! Hehehe

Silvana – a Coroa

Viagem de BH a Itambacuri

Conheci meu marido há muito tempo em Curitiba e, ele como bom mineiro, me levou para conhecer sua terra. Nasceu e cresceu em Itambacuri, uma cidade pequena no nordeste de Minas Gerais.

Desde a primeira vez, viajando do Paraná para lá, percebi a diferença da topografia e sempre admirei as montanhas de Minas, os morros de pedras….Então pensei em mostrar para vocês um pouco desse caminho, de BH a Itambacuri, com seus pontos turísticos, estrada, um lugar para fazer um lanche delicioso e um pouco da paisagem. E aí vamos nós viajar um pouco….

Saindo de BH, pela BR 381, atualmente uma das estradas mais movimentadas e, consequentemente, mais perigosas do Brasil. O jeito é ter um pouco de paciência e muito cuidado. Passamos por Sabará, a primeira cidade histórica desse trajeto, fundada no fim do século XVII. Se quiser entrar na cidade, dê uma chegada na Igreja de Nossa Senhora do Ó- de 1717, uma das mais representativas do barroco mineiro, possui influência chinesa em sua arquitetura externa e na decoração interna, o seu nome é devido às ladainhas de Nossa Senhora que sempre começam com o Ó e seguem com algum louvor ou agradecimento; ou no Museu do Ouro, que reserva objetos associados ao período de extração do ouro em Minas Gerais durante o século XVIII . Há também peças do mobiliário luso-brasileiro dos séculos XVIII e XIX, pratariasarte sacra, aparelhos de chá, gomis e lavandas .Em 2006, o museu completou 60 anos.

nossa sra ó
Igreja Ns Sra Ó

Mais adiante teremos uma entrada à direita para Caeté, onde se localiza o observatório e o Santuário da Serra da Piedade, um lugar especial! Conta a lenda que uma menina muda, ao avistar no alto da Serra a imagem de Nossa Senhora, começou a falar. Desde então o local foi habitado por ermitões e devotos. Com uma vista maravilhosa, possui trilhas que nos levam à caverna do eremita e a avistar a região de Sabará e BH.

Santuário Ns Sra Piedade
Santuário Ns Sra Piedade

Voltando à BR 381, seguindo por mais alguns quilômetros chegamos à entrada de Ipoema, que faz parte da Estrada Real ( caminho percorrido por tropeiros na época do império, para transporte de ouro, gado e alimentos- partindo do Rio de Janeiro e chegando em Diamantina). Passando por lá não deixe de visitar o Museu do Tropeiro. Logo à frente há um entroncamento para a Serra do Caraça (  nome recebido devido a uma imagem nos morros, que formam uma cara), onde funcionou um colégio fundado há 195 anos, tradicional, que acolheu em seus bancos escolares muitas personalidades mineiras e brasileiras, entre elas os presidentes Arthur Bernardes e Affonso Pena.

Caraça
Caraça

Seguindo viagem, agora é hora da pausa para um lanchinho….Chegamos ao Belleus! Município de São Gonçalo do Rio Abaixo. Não deixe de provar o pão de queijo e os pastéis – são divinos!

Belleus
Belleus

Depois, passaremos por João Monlevade, e depois Nova Era. Anos atrás, como solução para um trecho da estrada com muitos acidentes e deslizamentos de terra, foi construído nesse local o Viaduto da Prainha – uma construção gigante, que de cima não se percebe muito, mas quem acompanhou a obra, durante uns 2 anos ou mais, sabe que é muito alto.

Viaduto da Prainha
Viaduto da Prainha

Bem, estamos chegando em Ipatinga, onde fica a sede da Usiminas, desde 1962. Cidade bem estruturada, com poder aquisitivo mais elevado que as outras da região, pois a economia gira pela produção do aço. Cortada pela Estrada de Ferro Vitoria-Minas, com aeroporto, shopping, universidade, enfim, tudo o que o que caracteriza uma cidade com seu porte (240 mil habitantes).

Aí chegamos ao Vale do Rio Doce- uma mesorregião composta por 102 cidades, sendo Governador Valadares a mais populosa, seguida por Ipatinga e Coronel Fabriciano.

Rio Doce
Rio Doce

Em Governador Valadares, podemos visitar o Pico do Ibituruna, de onde se pratica o voo livre. Cidade com clima quente, possui um comércio bem aquecido, universidade, shopping, muitos botecos, um bairro construído numa ilha, a Ilha dos Araujos- lugar lindo, mas sujeito às enchentes do Rio Doce.

Pico do Ibituruna
Pico do Ibituruna

E estamos chegando a Itambacuri, no Vale do Mucuri, depois de passarmos por várias cidades à beira da estrada, e dentre elas temos Chonim, Frei Inocêncio e Campanário.

Itambacuri, com um pouco mais de 22 mil habitantes, uma cidade tranquila, com povo acolhedor que festeja do final de julho até 02 de agosto a padroeira da cidade – Nossa Senhora dos Anjos. Festa religiosa, acompanhada pelo poder público, com atrações locais e nacionais. Traz para a cidade muitos romeiros, moradores antigos, comerciantes ambulantes, parentes dos moradores e moradores das cidades vizinhas. Vale a pena dar uma chegadinha lá, se você gosta de festa de igreja, com barracas, e shows na praça principal! Comer aquela comida típica, conhecer a zona rural….Descansar e se divertir!

Nossa Senhora dos Anjos
Nossa Senhora dos Anjos

Bem, é isso…

Espero que tenham gostado do passeio! Até a próxima…

Silvana – a Coroa

Quirera com costelinha defumada

Bem, essa receita aprendi em Minas Gerais! Um prato típico, para quem não está de dieta, e é melhor comer nos dias frios do inverno…..

Fiz umas adaptações a pedido do marido mineiro. Troquei a costelinha de porco crua pela defumada. Acho que fica muito gostosa!

Vamos lá? Como a costelinha de porco é defumada, no princípio temos um trabalhinho extra: aferventar as costelas para tirar o excesso de sal e um pouco da gordura. 

Ingredientes

  • 1/2 quilo de costelas de porco defumadas
  • 2 linguiças calabresas
  • 3 xícaras de quirera
  • 1 cebola grande
  • 3 dentes de alho
  • 1 folha de louro
  • 1 pimenta malagueta pequena sem sementes (opcional)
  • 2 colheres (sopa) cheiro verde picado
  • 1 colher (sopa) alho poró picado
  • 1 colher (chá) urucum ou coloral  (opcional)
  • Sal a gosto

Modo de preparo

Numa panela à parte afervente as costelas e a linguiça para retirar o excesso de sal e gordura. Reserve

Lave a quirera e deixe escorrendo numa peneira.

Numa caçarola grande, refogue a cebola, o alho poró e o alho picados no óleo e, se quiser, acrescente o urucum. Coloque a quirera e cubra com água. Mexa para que não grude no fundo. Quando estiver fervendo baixe o fogo e continue mexendo. Após uns 20 minutos acrescente as carnes, a pimenta, o louro e mexa de vez em quando. Se necessário, vá colocando água aos poucos até a quirera  e as carnes estarem  macias. Coloque o cheiro verde e sirva.

Como acompanhamento, você pode cozinhar feijão, ou usar aquele que já está pronto, e bater no liquidificador.

Também pode refogar couve manteiga.

Sirva junto com arroz. O caldo de feijão pode ser colocado no prato, depois a quirera, o arroz e a couve.

Serve umas 4 pessoas.

Bom apetite, uai!

Silvana – a Coroa

Frango de panela na cerveja, ráris e saladinha

Olá! 

A receita de hoje é composta por Ráris (aquele arroz integral misturado com sementes), salada mix de mini folhas  e tomate e, frango de panela na cerveja……

Pronto?

Frango de panela na cerveja

Ingredientes

  • 3 coxas
  • 3 sobrecoxas
  • 1 colher sopa de óleo
  • 1 cebola
  • 3 dentes de alho
  • 1 ramo de alecrim
  • cheiro verde
  • 1 ramo de salvia
  • 1 ramo de manjerona
  • sal e pimenta a gosto
  • 1 colher(chá) urucum ou colorífico

Modo de preparo

Lave o frango e seque com papel toalha. (Não esqueça de lavar a pia depois, para evitar possível contaminação do frango para outros alimentos, uma vez que se alega que o frango costuma ter algumas bactérias que são eliminadas com o cozimento.)

Pique os temperos, com exceção da sálvia, cheiro verde  e cebola, e tempere o frango. Deixe descansar por 1 hora.

Numa panela coloque o óleo e o urucum. Depois vá colocando os pedaços do frango e a sálvia e deixe dourar. Acrescente água e vá cozinhando o frango em fogo médio. Coloque um pouco de água de cada vez, tampe a panela e vá cuidando para não queimar. Quando o frango já estiver cozido (após 1h30m, aproximadamente) acrescente a cebola picada e coloque uma lata (ou 2 copos) de cerveja, prove o tempero e deixe cozinhar por mais 15 minutos, ou até que o molho fique mais encorpado. Acrescente o cheiro verde picado e sirva acompanhado dos  acompanhamentos.

Bom apetite!

Silvana – a Coroa

Kandinsky no CCBB

Enquanto passeava pela Praça da Liberdade na sexta, me lembrei e decidi fazer uma visitinha ao CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) para ver a exposição de Kandinsky, que tanto me foi recomendada. O CCBB daqui de BH participa do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, que é muito bem conceituado, eu, que nunca o fiz inteiro, fico doida pra ir só pelo tanto que falam bem.

Enfim, como a exposição principal atualmente é a do Kandinsky, foi a primeira à qual me dirigi. A exposição está em dois andares, e como costuma ter muitos visitantes, você deve começar pelo segundo andar e pegar uma senha, talvez tenha que esperar um pouquinho na fila. Como fui em um horário não muito cheio, estava vazio e entrei rapidinho. Tudo pode ser fotografado sem flash (só fui descobrir do meio pro final :/).

Kandinsky 3

Apesar de ter se formado em Direito, Kandinsky não seguiu a carreira. O artista russo se mudou para Munique, na Alemanha, em 1896, para estudar artes. No entanto, as aulas eram focadas no realismo, que não era bem o que ele gostava. Então, ele passou a desenvolver sua própria estética, e com influências impressionistas, ele retratava figuras humanas, objetos naturais e fazia menções à arte popular russa. Com o tempo os contornos ficaram mais imprecisos e sua arte passou a fazer vagas referências ao real.

     Kandinsky 2

O legal da exposição é que você tem esse contato com a própria arte do Kandinsky e suas influências. Vemos as xilogravuras em conjunto com a arte russa, as pinturas em óleo com a arte ancestral e por fim, as artes abstratas com a música.

A exposição é muito grande, mas vale ressaltar que nem todas as obras presentes são dele. Diversas obras de sua segunda esposa, Gabrielle Muenter, estão presentes, assim como as de artistas que acompanharam ou influenciaram Kandinsky, como Paul Klee e Jaap Schröder. As obras de Gabrielle são dignas de uma exposição só para ela, simplesmente genial.

Gabrielle : Gabrielle Muenter

No primeiro andar do CCBB temos a exposição “Movimentos”, do artista plástico André de Castro. O trabalho montado por André se baseia em retratos feitos a partir de silkscreen, um processo de impressão no qual a tinta é vazada através de uma tela preparada. Os retratos foram produzidos a partir de um contato do artista com partidários de várias manifestações, ele pediu para que eles respondessem à um questionário e solicitou o envio de imagens dos manifestantes, e também palavras, objetos, músicas e cores que revelassem a ideologia do movimento. O resultado é lindo e original. A exposição é pequena, mas bem representativa, vale a visita.

O CCBB BH fica aberto de quarta à segunda, das 9h às 21h. A exposição “Kandinsky: Tudo Começa Num Ponto” ficará lá até o dia 22 de junho, já a “Movimentos” estará exposta até o dia 25 de maio.

CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil)

Praça da Liberdade, 450, Funcionários. Telefone (31) 3431 9400

Entrada Franca

Julia – A Cara

Espaguete com parma e amêndoas

Essa receita é do meu marido

Se você quiser uma receita prática e rápida de massa, com um quezinho mais requintado, então vai a dica.Para comer à noite, acompanhada de vinho, ou mesmo para matar aquela fome doida…..

Ingredientes

  • 1 pacote de spaguetti Barilla integral
  • 100 gramas de presunto de parma
  • 1 colher (sopa) amêndoas laminadas
  • 10 tomatinhos cereja
  • 3 dentes de alho
  • 1 ramo de manjericão fresco
  • 2 colheres azeite de oliva

Modo de preparo

Numa frigideira grande coloque o azeite para esquentar e doure o alho. Acrescente o parma, os tomatinhos, as amêndoas e o manjericão. Refogue e reserve.

Cozinhe o spahetti na água e sal com um fio de azeite. Retire, escorra e coloque junto na frigideira. Mexa bem e coloque numa travessa.

Para servir, se quiser, acrescente queijo ralado.

Bom apetite! Gostou? Comente….

Um abraço

Silvana – a Coroa

Manteiga Ghee

Oi,

Se você  tem intolerância à lactose, ou se prefere uma manteiga mais pura, sem resíduos nenhum, então aí vai uma receita de manteiga ghee. Embora seja preparada a partir da manteiga comum, sem sal, a manteiga clarificada ou ghee, de acordo com a ayurveda é mais saudável. Mas se você estiver fazendo dieta, então cuidado, pois ela não tem lactose e nem impurezas, mas continua calórica.

Faça em casa:

1 tablete de manteiga sem sal

1 panela para banho maria, 1 vidro com tampa para armazenar a manteiga, 1 escumadeira.

Derreta a manteiga em banho maria, ou num fogo bem baixinho. Vá retirando a espuma que se forma na superfície com a escumadeira.  Quando não houver mais espuma, retire do fogo, deixe esfriar um pouco  e coloque no vidro com tampa. Leve à geladeira, para que dure mais tempo.

Pronto! Gostou? Comente…

Silvana – a Coroa

Companhia para o churrasco

Como uma curitibana, filha de gaúcho, não poderia deixar de apreciar um churrasco no final de semana… 

Os homens daqui de casa (marido e filho), felizmente, sabem fazer um churrasco caprichado! A mim só cabe preparar os acompanhamentos. Os petiscos de entrada e salada de folhas, farofa de ovo ou alho e arroz.

Hoje foi dia de queijo canastra, azeitonas, salaminhos e milho assado na brasa. E depois vieram a salada de folhas, arroz e farofa de ovo. Bem básico para acompanhar a linguiça e a picanha. A costela, que ainda está assando….vai ficar pro final do dia!

Boa semana para todos!

Silvana – a Coroa

Aperitivo rápido

Bem, 

final de semana é ótimo para encontrar amigos  para aquele bate-papo acompanhado da cervejinha e de uns aperitivos.

e quem não gosta de batata frita? aqui vai uma receita da Sayonara Lopes, minha amiga e chef:

Ingredientes

  • 4 batatas grandes
  • sal grosso
  • 1 maço de alecrim

Modo de preparo

Lave as batatas e corte em 8 pedaços, com casca e tudo. Frite. Ao servir salpique o sal grosso(se estiver muito grosso, então moa um pouquinho), e o alecrim desfolhado.

Pronto! Só isso e fica muito gostoso!

Silvana – a Coroa

Você já comeu a comida da Dona Nelsa?

Xapuri

É assim mesmo que se escreve o nome da Chef Nelsa, responsável pelo Restaurante Xapuri, em Belo Horizonte.

O restaurante de decoração e comida típica mineira, frequentado por muitos artistas e famosos, recebe todos os clientes com muita simpatia e uma comida deliciosa!  O lugar é muito agradável. Se você quiser ir nos finais de semana ou feriados, poderá enfrentar fila muito bem administrada, pois você será recebido num salão, onde os garçons já começarão a servir petiscos e as bebidas que você quiser.

Comece pela linguiça na chapa e os bolinhos de mandioca. Depois a escolha pode ser de frango ao molho pardo ou com quiabo, carne seca na moranga, ou o nosso preferido: Costelinha da Sinhá (costela de porco frita e bem sequinha, acompanhada de arroz, feijão tropeiro, couve e mandioca)! Hummmmm…..delicioso!!!!

O restaurante fica na Pampulha, numa rua mais afastada, mas fácil de achar.

Xapuri

Rua Mandacarú, 260 – Pampulha

Fone 31 -3496-6198

Silvana – a Coroa

Sabe aquela cadeira velha? Pode ficar novinha

Reciclando cadeiras

Que tal essa ideia que foi colocada em prática pela Neuzinha, minha cunhada?

Ela reciclou as cadeiras de plástico da churrasqueira cobrindo-as com chita. A partir daí você pode cobrir vários móveis, com qualquer tecido. A técnica é a mesma.

Material utilizado:

  • 1 tubo de cola branca para artesanato (rótulo azul)
  • 1 pincel médio
  • 1 metro de chita ( no caso ela cortou os quadrados e foi montando)
  • 1 pote de termolina

Limpe bem a cadeira com água e detergente. Seque bem.

Passe a cola com o pincel, aos poucos e vá aplicando o tecido.

Espere secar e passe a termolina com o pincel.

Pronto

Agora é só descansar

 Silvana – a Coroa

Passar roupa? Eu?

Passar roupa não é uma das tarefas mais apreciadas, não….. Pergunte às suas amigas e amigos, quantos gostam?  E se voltarmos no tempo das nossas avós ou bisavós, que usaram ferro a brasa? Já pensou o martírio? Mas é um mal necessário, a menos que você seja adepta das roupas de ginástica em tempo integral, ou do estilo hippie andarilho amassadinho. 

Vamos tentar facilitar? Abaixo vou elencar algumas dicas do CERTO e do ERRADO na hora de passar. Até um tempinho atrás, eu tinha a  ajuda da Maria Augusta, uma “santa passadeira”, que, acostumada a passar roupas numa confecção que trabalhou, passava tudo impecavelmente. Hoje tenho a da Edileuza, que também sabe agir. Mas se você não tem essa condição, então vamos lá! Não chore! Coloque uma música bem legal no seu celular ou ligue a TV e mãos à obra.

  1. Escolha um dia da semana para passar, ou 2 se tiver muitas roupas. Ligar o ferro a cada roupa que for vestir, vai fazer sua conta de luz subir nas alturas.
  2. É sempre bom investir numa tábua de passar bem firme. E num ferro a vapor.tabua 2
  3. Na hora de estender as roupas no varal, dê aquela sacudida. Isso ajuda a desamassar, depois da torcida na lavadora. Você também pode estender camisas e camisetas nos cabides, se tiver espaço. Facilita na hora de passar.
  4. Procure estender as roupas mais retas, e se dobrar lençóis e toalha de banho, já dobre ao meio certinho, isso ajuda na hora de passar.
  5. Quando estiver muito quente, não deixe as roupas secarem por muito tempo, isto dificulta. Melhor não deixar muito tempo na secadora também.
  6. Ao recolher, procure dobrar e fazer uma pilha, direitinho. Se deixar tudo amontoado, vai amassar demais e o trabalho fica mais difícil. Separe as que não precisam ser passadas e já as guarde. A pilha diminui e você não fica tão doida……
  7. Use um borrifador de água com um pouquinho de amaciante. Além do cheirinho bom, vai facilitar sua tarefa.
  8. Cuidado com a temperatura do ferro. Para cada tecido há uma indicação. Se não souber qual o tecido que está passando, deixe o ferro morno e teste no avesso, num cantinho. Aí vá esquentando, e testando.
  9. Ferro a vapor precisa estar quente, senão vai soltar água ao passar e pode manchar e/ou sujar suas roupas.
  10. Camisas devem ser passadas começando pelo colarinho do lado de dentro, e os punhos. Evita formar rugas. A Maria passava depois disso, o ombro na parte de trás. Aí partia para as mangas, e a uma das partes da frente, depois as costas e a outra da frente. Pendure no cabide, assim que passar.
  11. Não passe o ferro sobre os botões. Eles podem derreter ou cair. E aí você vai ter mais uma tarefa.
  12. Retire a água do ferro sempre que terminar. Isso evita que ela vaze. E conserva o ferro. Guarde na vertical.
  13. As roupas escuras e de cetim devem ser passadas pelo avesso, pra evitar marcas, ou brilho.
  14. As roupas com estampa ou bordado, também passe pelo avesso. A temperatura do ferro pode danificar.  Ou grudar nas estampas. E quem gosta de desenho borrado? Você pode até dizer que é arte moderna, mas duvido que alguém acredite, hehehe…
  15. Não faça vinco em jeans. E nas calças que precisarem de vinco, tenha sempre o cuidado de dobrar costura lateral sobre costura lateral, nas pernas, e evitar fazer mais de um vinco em cada.
  16. Toalhas de banho não precisam ser passadas, pois as fibras vão ficando duras com o tempo. E toalha áspera ninguém merece, né? Só é preciso tomar mais cuidado na lavagem. Deixe de molho um pouco antes de lavar. E no enxágue use vinagre branco, no lugar do amaciante. Pode acreditar! Não se preocupe, não vai deixar cheiro de salada…..
  17. Não precisa passar as meias. Assim elas duram mais tempo.
  18. Passar roupas usadas vai deixar um cheiro ruim nelas. E se tiver alguma sujeirinha, aí vai ficar pior de limpar depois.
  19. Aconselho a passar ternos sempre com um pano fino por cima, até mesmo uma fronha de algodão pode ser usada. Assim evita aqueles brilhos e rugas. Já existe pra vender um tecido sintético para colocar por cima das roupas, da Wenko        pano-protetor-sintetico-wenko-para-passar-roupa
  20.  Se tiver um vaporizador, passar camisas, ternos e vestidos fica bem mais fácilvaporizador

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Silvana – a Coroa

Fazer dietas só serve pra engordar- diz Sophie Deram

Sophie Deram é nutricionista da USP, escritora do livro “O peso das dietas” (editora Sensus) e tem um blog bem bacana.

Ela afirma que fazer dieta restritiva, pode dar resultado por um curto período mas depois a gente volta a engordar.

Em resumo, o melhor é comer comidas mais naturais, em quantidades menores e que te deem prazer.

Vale a pena ler a entrevista dela à Folha de São Paulo.

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/12/1565364-fazer-dieta-so-serve-para-engordar-mais-ainda-diz-nutricionista-da-usp.shtml

Silvana – a Coroa